Show da Amy

Melhor que o propagado…

A Amy tomou todas ou a divisão de catástrofes da prefeitura mandou um cancelamento para a venda de cerveja no show? Esse foi talvez o único contratempo, acabaram as cervejas as 22h30 antes de sua entrada no palco. Esse que vos fala, movido por uma dieta em pró de corridas regulares, não foi atingido pelo episódio, já que não estava bebendo alcoólicos nessa noite.

Mas no fim, o comentário é: Essa mulher canta pra cacete! Puta show, quase 2h de show e um bando de besta ao invés de prestar atenção ao show (que foi demais musicalmente) ficava torcendo pra ela cair ou fazer alguma coisa de chapada. A banda e a Amy, se não fosse a popularidade por conta de seu lado junk, foram feitas para tocar num lugar menor, tipo Bourbon Street e não num mega palco, é uma típica banda de R&B e Soul. Momentos baladas para namorados e momentos dançantes foram pra deixar todo mundo à vontade! Valeu o ingresso de fato!

estratégias manipulação

10 estratégias de manipulação

Um amigo compartilhou um texto que achei pertinente postar devido à nova ordem que nos guia.

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A estratégia da distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.

2- Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia da gradação

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A estratégia do deferido

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- Estimular o público a ser complacente na mediocridade

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- Reforçar a revolta pela autoculpabilidade

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- Conhecer melhor os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Diz ai1

Diz ai…

22:45 10/01/2011: Fabio Aubin
manda o outro texto entao quando fechar
to precisando voltar a escrever, pintar
joguei no ostracismo essas minhas manias
esses tres paragrafos ja se configuram como uma estrofe incial
metalinguagem perfeita para a volta à caneta

22:49 10/01/2011: Fabiano Nunes: divagar – devagar….

Alugar ou comprar

Seis razões para alugar em vez de comprar um imóvel

Na semana passada o coração falou mais alto do que a razão nos argumentos de Maria, que tenta convencer José de que é melhor comprar do que alugar.
Agora chegou a vez de José demonstrar à Maria que alugar um imóvel não é tão ruim quanto ela pensa.

USE A CALCULADORA
Maria planeja utilizar a poupança de R$ 100 mil para dar de entrada na compra de uma casa de R$ 200 mil.
O capital que falta virá de um financiamento de R$ 100 mil que consumirá cerca de R$ 1.030 da renda familiar.
José, com a calculadora em mãos, demonstra que o financiamento de R$ 100 mil terá custado, ao final de 30 anos, R$ 300 mil.
José faz as contas e explica que eles vão deixar de receber R$ 600 por mês de juros da poupança, além de assumir a prestação mensal de R$ 1.030. Impacto de R$ 1.630 por mês no orçamento deles.
Atualmente, eles moram em casa alugada por R$ 950 por mês, avaliada em R$ 200 mil. José planeja continuar morando de aluguel e investir a diferença de R$ 680 (R$ 1.630 – R$ 950) na poupança.
Com taxa de juro real líquida de 0,5% ao mês, em 30 anos eles terão ativos financeiros de R$ 683 mil que continuarão a gerar renda.
E durante 30 anos não terão o peso da dívida, porque morarão de aluguel. A boa notícia de José é, entretanto, a má notícia de Maria.

MORO ONDE QUISER
A profissão de Pedro, irmão de Maria, requer que ele se locomova com frequência.
Já foi transferido de região, em uma mesma cidade, algumas vezes. Já morou em quatro cidades e sabe que pode ser transferido novamente.
Muito complicado, e caro, devido aos custos contratuais, comprar um imóvel em cada cidade por onde a família passou. Morar de aluguel tem sido uma decisão sábia tomada por eles.
Pedro e a mulher se preocupam com a educação das crianças, que estão sempre mudando de escola, e com o sonho adiado de serem donos de uma casa.

CASA SEMPRE NOVA
José não pretende ficar a vida inteira no mesmo lugar.
Argumenta com Maria que quem mora em imóvel alugado pode morar sempre em uma casa novinha, moderna, localizada onde for conveniente para a família, em função de escola e trabalho.
O contrato de aluguel deles vence daqui a um ano e meio e José já está de olho em um novo apartamento, maior, com varanda e piscina para as crianças curtirem. Até lá, já não será tão novo assim, e o valor do aluguel deve cair, pensou. Maria fica arrepiada só de pensar em uma nova mudança.

DESVALORIZAÇÃO
O irmão de José está muito preocupado porque a prefeitura deve construir um viaduto perto da casa onde ele mora. Problema à vista!
O imóvel deve se desvalorizar e ele não terá outra opção a não ser vender o imóvel para a prefeitura, que está desapropriando a região.
Maria concorda com José que, se o irmão dele fosse inquilino, e não proprietário, mudaria para outro imóvel, deixando o problema para o dono resolver.

MANUTENÇÃO
As despesas de manutenção da casa própria são eternas. O dono nunca se livra da necessidade de consertar, reformar, decorar e ampliar.
Maria concorda com o argumento de José que o aluguel é uma maneira tranquila de se libertar desse problema e de suas despesas decorrentes. Cabe ao proprietário do imóvel -e não ao inquilino- custear as despesas de manutenção do imóvel.

ATIVO QUE GERA RENDA
A casa própria é um ativo que só gera despesa, para o resto da vida, diz José.
Os ativos que ajudam a construir riqueza são aqueles que geram renda, como os ativos financeiros.
Nosso desafio é construir um patrimônio que financie nossa velhice para que possamos parar de trabalhar e curtir a vida.
Se todo o nosso patrimônio for a casa própria e os carros, ambos quitados, teremos ativos que tiram dinheiro do nosso bolso.
Maria não gosta muito da teoria, mas é obrigada a concordar que faz sentido.
Arriscou dizer que eles podem trocar um imóvel grande por dois menores: um para morar e outro para alugar.
Não é que Maria aprendeu a lição!

DICAS QUE VALEM DINHEIRO
1 Alugar um imóvel e manter o dinheiro investido requer disciplina de quem faz essa opção. Embora disponível, o dinheiro não pode ser gasto e deve ser mantido em ativos de baixo risco, com perfil de geração de renda.

2 Alugar um imóvel antes de comprar é uma boa estratégia para testar se o bairro e o imóvel em si são, de fato, a melhor escolha.

3 O valor do aluguel varia de cidade para cidade. Em grandes cidades como São Paulo, é possível alugar pagando mensalmente 0,4% do valor do imóvel.

4 O mercado está aquecido e os preços, em algumas regiões, bastante elevados. A oferta de novos imóveis deve continuar e é possível que os preços caiam.

5 Alugar pode ser uma boa estratégia na fase de recém-casados. Adiem os planos de compra para quando a família crescer. E não esqueçam de poupar, porque as despesas aumentarão.

MARCIA DESSEN, Certified Financial Planner, é sócia e diretora-executiva do BMI Brazilian Management Institute, professora convidada da Fundação Dom Cabral e cofundadora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros. (marcia.dessen@bmibrasil.com.br)

Chuvas em SP

Máximas que as Chuvas em SP estão produzindo

Comentários pelas ruas:

Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

Depois do Airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.

O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.

Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de chuva é o que não Falta.

Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??

Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP.

Bob Esponja vira pra Lula Molusca: “Bora pra Sao Paulo!!Da atè pra gente ir no Shopping!! Hêhêhêhêhê

Noé precisamos de você em Sampa!!

Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho

Agora SP inteira tem casa com vista para o mar.

Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tiete e Mar ginal Pinheiros

Tá chovendo tanto em Sampa que esperei o Pica-Pau para descer a Rebouças de barril!

Fagner para Kassab: “Quem dera ser um peixe para em teu límpido aquário mergulhar..

O Lula está lançando o balsa-familia pra ajudar São Paulo

Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.

O Kassab tá trocando o bilhete Único pelo bilhete Úmido!

A Marta disse para o Kassab: Relaxa e bóia!

Depois de tanta chuva, Kassab anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.

Em SP não se fala mais direita e esquerda… agora é bombordo e estibordo!

Comentários pelas ruas:

_ Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

_ Depois do Airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.

_ O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.

_ Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de chuva é o que não Falta.

_ Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??

_ Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP.

_ Bob Esponja vira pra Lula Molusca: “Bora pra Sao Paulo!!Da atè pra gente ir no Shopping!! Hêhêhêhêhê

_ Noé precisamos de você em Sampa!!

_ Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho

_ Agora SP inteira tem casa com vista para o mar.

_ Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tiete e Mar ginal Pinheiros

_ Tá chovendo tanto em Sampa que esperei o Pica-Pau para descer a Rebouças de barril!

_ Fagner para Kassab: “Quem dera ser um peixe para em teu límpido aquário mergulhar..

_ O Lula está lançando o balsa-familia pra ajudar São Paulo

_ Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.

_ O Kassab tá trocando o bilhete Único pelo bilhete Úmido!

_ A Marta disse para o Kassab: Relaxa e bóia!


_Depois de tanta chuva, Kassab anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.
Em SP não se fala mais direita e esquerda… agora é bombordo e estibordo!

Summer Soul Festival

Summer Soul Festival

Acabei de adquirir minha entrada para o Summer Soul Festival dia 15/01 no Anhembi.

Mais uma vez tenho que lidar com taxas abusivas de 20% sobre o ingresso e R$3,00 adicionais para imprimir o ingresso na porta. Daqui a pouco eles incluem o valor do grampo que usam para juntar seu recibo.

Além de Amy Winehouse (dispensa apresentações), se apresentam em São Paulo: Janelle Monae, diva soul aclamada pelo público e crítica em 2009, e Mayer Hawthorne, grande músico que faz parte da soul music americana.

Janelle Monae
A cantora, compositora e bailarina norte-americana Janelle Monae tornou-se uma das divas do soul e aclamada pela crítica pelo lançamento em 2008 do álbum Metropolis: Suite I (The Chase), que lhe deu uma indicação para o Grammy de melhor performance urbana/alternativa pelo single “Many Moons”. Seu último álbum, The Arch Android, lançado em maio de 2010, foi recebido entusiasticamente pela crítica, que o descreve como “uma obsessão da artista pela ficção científica e pela música soul dos anos 60 que pode levá-la a se tornar a pop star mais interessante desta década.”

Mayer Hawthorne
O norte-americano Mayer Hawthorne é cantor, produtor, compositor, engenheiro de som, DJ, rapper e multi-instrumentista baseado em Los Angeles, com uma forte influência do trabalho de gigantes do soul americano como Curtis Mayfield, Isaac Hayes, Leroy Hutson, Mike Terry, Barry White e Smokey Robinson, entre outros. Seu álbum de estréia, A Strange Arrangement, de 2009, foi recebido com entusiasmo pela crítica que o saudou como a chegada de mais um grande músico a fazer parte da cena soul norte-americana.

Show Paul McCartney

E o show foi como esperado, nem mais, nem menos, um espetáculo.

Lágrimas rolaram, cabelos brancos no meio da multidão se despentearam, filhos abraçaram os pais e todos juntos, de adolescentes a jovens senhores e senhoras de 70 anos, se deleitaram ao som de músicas eternas que ficarão na história como um Chopin, Mozart ou outro de igual calibre. O que ouvimos ontem no estádio do Morumbi não era apenas um integrante de uma banda que fez sucesso em décadas passadas, mas, segundo os entendidos (e que concordo plenamente), ouvimos um pouco da “banda que mudou o planeta terra!”

Obrigado Paul!

Paul McCartney

Domingão é dia de McCartney

18/11/2010

Paul McCartney vem aí. Não perco por nada.
Vi um concerto de Macca em 2005, em Nova York, e foi fantástico. Parece que o repertório desta nova turnê é ainda melhor.
Confesso que, dos Beatles, sempre gostei mais da música de Lennon. Acho John mais irregular e mais sincero. Quando ele errava, errava pra valer (“Some Time in New York City”). Quando acertava, sai de baixo: “I am the Walrus”, “Mother”, “Isolation”.

Lennon não tinha medo de se expor em suas letras. Era um kamikaze confessional. Dá para conhecer toda sua vida lendo suas letras.

Já McCartney sempre foi um ourives, atrás daquela melodia perfeita. Paul é mais cerebral, mais frio que Lennon. John era impulsivo. Eu daria um braço para ver algum filme dos dois compondo juntos nos primeiros anos dos Beatles.

Já que isso não é possível, o jeito é reler “Revolution in the Head – The Beatles’ Records and the Sixties”, de Ian Macdonald, uma análise de todas as canções dos Beatles. Acho que é o melhor livro sobre a música dos anos 60 que conheço.

Paul não é meu Beatle favorito na música, mas é o que mais admiro. Como esse cara conduziu sua carreira nos últimos 50 anos, navegando por tantas tempestades, é uma coisa absolutamente inacreditável.

Imagine que você é a pessoa mais famosa do mundo. Você fez uma música – “Yesterday” que foi regravada mais de 2200 vezes. Você vendeu mais discos que qualquer outro artista e fundou uma banda que criou o padrão estético de toda uma geração: o modo de vestir, o modo de cantar, como se comportar.

Daí você resolve acabar com essa banda. E o mundo inteiro não quer que isso aconteça. Acabar com a banda significa acabar com os anos 60, destruir a noção de “juventude” que você mesmo criou com sua música. Significa, enfim, virar adulto.

Não deve ser fácil crescer quando todo mundo quer que você continue jovem para sempre. Mas McCartney meteu as caras.

Agora, pense nas figuras com quem Paul brigou nos últimos 40 anos: John Lennon, Yoko Ono, Michael Jackson, Heather Mills. Não tem nenhum santo. Só  casca grossa.

Como pode um ser humano ser xingado por Lennon em “How Do You Sleep?” e ainda manter a diplomacia? Que tal ver Yoko Ono sentada dentro do estúdio, dando pitacos sobre como ele deveria tocar o baixo?

Dizem que Lennon foi o Beatle da paz. Mas quem praticou a paz de verdade foi McCartney.

Qualquer um no lugar dele teria partido pro pau. Nem George Harrison, que era o hippão paz e amor da turma, agüentou: segundo Lennon, George xingou Yoko e disse que ela “transmitia energia negativa”.

Paul aturou Yoko. Depois aturou também Michael Jackson, que surrupiou dele os direitos de edição das músicas dos Beatles. “Isso é só negócio”, disse Jacko. Paul também não reclamou quando o louco apagou seus vocais de “The Girl is Mine” e substituiu sua voz pela de Will.I.am, do Black Eyed Peas, na versão remixada de “Thriller”.

Quando Jacko morreu, Paul foi gentil. Poderia ter falado: “aquele desgraçado, tomara que esteja ouvindo ‘Hey Jude’ no inferno!”, mas só fez elogios ao ex-parceiro.

Para finalizar, teve o tal divórcio de Heather Mills. Coisa feia. Banquete pros tablóides. A mulher disse que ele era drogado, alcoólatra, violento, ameaçou até divulgar fitas privadas de consultas de Macca com um psicanalista.

Seis anos de inferno, que custaram 50 milhões de dólares a Paul. Quando terminou, ele disse: “tenho paz, enfim!”.

Domingão vou ao Morumbi ver Paul McCartney. Já sei tudo que vai acontecer: as luzes vão apagar quando ele cantar “Yesterday”; ele vai sentar no piano em “Let It Be” e vai puxar um coro interminável em “Hey Jude”. Mas nunca é demais ouvir “The Long and Winding Road”, “Helter Skelter”, “Paperback Writer” e, principalmente, “A Day in the Life”.

Retirado do blog do André Barcinski
(http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br)

Ano de eleição: Já escolhi meu voto pra presidente

Ano de eleição: Já escolhi meu voto pra presidente

Escolhi meu candidato olhando o cenário no plano polític0, econômico e social. Além disso, atentei à questões de estratégia de longo prazo publicada em seus programas e também todas as questões relevantes de estabilidade política, direitos e governança (entenda-se apoio para governar). E depois disso realmente só temos 3 candidatos habilitados com uma nota mínima de corte para atuar como líder da nação.

Poderia apresentar os motivos do porque não votaria nos dois preteridos,  mas preferi apresentar os motivos do porque votar no escolhido.

Esse ano eu voto Marina Silva do PV. Pois precisamos evoluir muito na forma de pensar nosso país, com uma visão menos ingênua quanto à educação, sustentabilidade de negócio, cidadania e meio ambiente.

Vejam as razões abaixo:

Tem causa

A causa de Marina Silva é a causa do planeta, da qualidade de vida tanto hoje quanto no futuro. É a nossa causa, dos nossos filhos, dos nossos netos, de toda a nossa descendência.

Quer desenvolvimento sustentável

Marina Silva está em sintonia com os desafios do século 21. Ajudará o Brasil crescer, mas sabe que o crescimento é só uma ferramenta para que o país atinja o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural, o verdadeiro desenvolvimento sustentável.

Conhece a pobreza

Marina é Silva. Como a maioria das gentes no Brasil, nasceu pobre. Com força de vontade, com escola e com a ajuda de pessoas boas, superou tudo.

Valoriza a educação

Alfabetizada aos 16 anos, tornou-se professora, vereadora, deputada estadual, senadora e ministra.Sabe da importância da educação. Seu projeto transformará o Brasil num país do conhecimento.

Dará oportunidades para todos

Marina Silva oferece ao país a terceira geração dos programas sociais, com a capacitação e a inserção dos beneficiados no mercado de trabalho, de acordo com os potenciais de cada família.

É verde

Marina Silva alia visão da qualidade de vida com a necessidade da preservação ambiental. É uma das 50 personalidades que podem salvar o planeta, de acordo com o jornal britânico The Guardian.

Tem capacidade de gestão

Tranquila, mas firme, Marina Silva possui enorme competência. Foi sob sua batuta no governo Lula que o país diminuiu de forma drástica o desmatamento na Amazônia. O Brasil não precisa de gerente. Precisa de uma líder com visão de futuro, como Marina Silva.

Tem equipe

Desde seu primeiro cargo, Marina Silva sempre se cercou de pessoas inteligentes, modernas e eficientes. É um ímã de pessoas honestas e boas.Marina atrai competências.

Nova forma de governo

Marina Silva não governa com apaniguados nem sob a influência das indicações políticas. Sabe ouvir, governa com a ajuda de especialistas, de técnicos. Pretende unir no governo o lado bom de cada administração pública.

É sucessora

Marina Silva integra os avanços dos governos FHC e Lula.É o passo adiante para superar as deficiências que persistem no país.Não é uma opositora, que rejeita tudo, nem uma continuadora, que vê tudo positivo.É uma sucessora.

Combate ao desperdício

Marina Silva tem história para combater a corrupção, para acabar com o loteamento dos órgãos públicos, para acabar com o desperdício do dinheiro público, do capital humano, das oportunidades, dos recursos naturais.

É mulher

Marina Silva está em sintonia com o século 21. Ela acolhe e estimula o diálogo. É um novo modelo de liderança, que integra razão e emoção. Será a primeira mulher a cuidar do Brasil.

Dilma na Escola

Dilma visita escola.

Dilma foi a uma escola conversar com as criancinhas, acompanhada de uma comitiva. Depois de apresentar todas as maravilhosas propostas para seu governo, disse que iria responder a perguntas.
Uma das crianças levantou a mão e Dilma perguntou:
– Qual é o seu nome, meu filho?
- Paulinho.
– E qual é a sua pergunta?
– Eu tenho três perguntas.
A primeira é:
“É verdade que a senhora assaltou a casa do Gov. Ademar de Barros ?”
- A segunda é:
“É verdade que a senhora assaltava bancos?”
-E a terceira é:
“A senhora participou de assassinatos de pessoas ?”

Dilma fica desnorteada, mas neste momento a campainha para o recreio toca e ela aproveita e diz que continuará a responder depois do recreio. Após o recreio, Dilma diz:
– OK, onde estávamos?
Acho que eu ia responder a perguntas. Quem tem perguntas? Um outro garotinho levanta a mão e Dilma aponta para ele.
- Pode perguntar, meu filho. Como é seu nome?

- Joãozinho, e tenho cinco perguntas:

- A primeira é: “É verdade que a senhora assaltou a casa do Gov. Ademar de Barros?”

- A segunda é: “É verdade que a senhora assaltava bancos?”

- A terceira é: “A senhora participou de assassinatos de pessoas?”

-A quarta é: “Por que o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?”

e

- A quinta é:  “Cadê o Paulinho?”

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